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PROTOCOLO ICMS 10/08

Publicação: 05/03/2008Nº: 10/2008
Análise

Impacto — resumo

Institui o regime de substituição tributária do ICMS nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador entre Mato Grosso e São Paulo. O remetente (industrial, importador ou distribuidor) fica responsável por reter e recolher o ICMS devido nas operações subsequentes. O protocolo está em vigor, mas será revogado a partir de 01/04/2026 pelo Protocolo ICMS 16/26.

Impacto — detalhado

O Protocolo ICMS 10/08 atribui ao estabelecimento remetente localizado em MT ou SP, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS incidente nas operações subsequentes com os produtos listados no Anexo Único (NCM específicos de cosméticos, perfumaria, higiene pessoal e toucador). A base de cálculo segue três critérios: (I) preço final a consumidor fixado por autoridade competente; (II) preço sugerido pelo fabricante/importador em catálogos, desde que homologado pelo fisco; (III) valor da operação acrescido de MVA de 80%. A alíquota aplicável é a interna do estado de destino. O imposto retido deve ser recolhido até o dia 9 do mês subsequente via GNRE ou documento de arrecadação estadual. O protocolo exige inscrição do remetente no cadastro de contribuintes do estado destinatário, emissão de NF-e distinta para mercadorias sob ST, e envio de listagem detalhada em até 10 dias após o recolhimento. Foram feitas alterações pelo Protocolo ICMS 123/08 (cláusulas primeira e oitava) e pelo Protocolo ICMS 62/14 (inclusão de toalhas de cozinha no Anexo Único). A revogação ocorrerá em 01/04/2026 pelo Protocolo ICMS 16/26.

Quem é afetado

Fabricantes, importadores e distribuidores atacadistas de cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador localizados nos Estados de Mato Grosso e São Paulo que realizam operações interestaduais destinadas a contribuintes desses mesmos estados. Também são afetados os estabelecimentos destinatários que promoverem saídas subsequentes ou operações interestaduais com essas mercadorias, na condição de substitutos tributários.

O que fazer

1) Inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do estado destinatário (MT ou SP); 2) Calcular a base de cálculo do ICMS-ST conforme as regras da cláusula quarta (preço final, preço sugerido homologado ou valor da operação + MVA 80%); 3) Aplicar a alíquota interna do estado de destino; 4) Reter o imposto e emitir NF-e distinta para mercadorias sob ST, destacando base de cálculo e valor do ICMS retido; 5) Recolher o ICMS-ST até o dia 9 do mês subsequente via GNRE ou documento de arrecadação estadual; 6) Enviar listagem detalhada à SEFAZ de destino em até 10 dias após o recolhimento; 7) Enviar tabela de preços sugeridos em arquivo eletrônico sempre que houver alteração; 8) Atentar para as exclusões do regime: transferências entre estabelecimentos do mesmo substituto, operações entre substitutos, remessas para industrialização e remessas com retorno.

Taxonomia

Tributos afetados

ICMS

Documentos afetados

NF-eGNREEFD-ICMS/IPI

Operações afetadas

Operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador (Anexo Único - NCM 1211.90.90, 2712.10.00, 2814.20.00, 2847.00.00, 2914.11.00, 3006.70.00, 3301, 3303.00, 3304, 3401.11.90, 3401.20, 3404.90.29, 3307.90.00, 3305.10.00, 3305.20.00, 3305.30.00, 3305.90.00, 3306, 3307.10.00, 3307.20, 3307.30.00, 4818.10.00, 3401.19.00, 4818.20.00, 4818.30.00, 4818.40, 5601.10.00, 5603.92.90, 8203.20.90, 9025.11.10, 9025.19.90, 9603.21.00, 3005, 3005.90.19, 5201.00, 5601.21.90, 3304.91.00, 3307.90.00, 4014, 4202.1, 8214.10.00, 8214.20.00, 9603.29.00, 9603.30.00, 9605.00.00, 9615, 9616.20.00, 4818.90.90)

UFs afetadas

MTSP
Relações
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Histórico e alterações

Alterado por

Protocolo ICMS 123/2008texto oficialProtocolo ICMS 62/2014texto oficial

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Texto Integral
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ICMS 123/08 e 62/14 . Revogado pelo Prot. ICMS 16/26 , efeitos a partir de 01.04.26. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador que especifica. Os Estados de Mato Grosso e São Paulo , neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em Cuiabá-MT, no dia 5 de março de 2008, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9º da Lei Complementar nº 87/96, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte P R O T O C O L O Nova redação dada à cláusula primeira pelo Prot. ICMS 123/08, efeitos a partir de 01.02.09. Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos relacionados no Anexo Único com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM destinadas ao Estado do Mato Grosso ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) relativo às operações subseqüentes. Redação original, efeitos de 01.05.08 a 31.01.09. Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos relacionados no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul – NCM, destinadas ao Estado do Mato Grosso ou ao Estado de São Paulo, por importador ou industrial fabricante localizados nestes Estados, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. Para efeito desta cláusula é obrigatória a inscrição do estabelecimento remetente no Cadastro de Contribuintes do Estado de Mato Grosso e de São Paulo. Cláusula segunda O regime de que trata este protocolo não se aplica: I – à transferência de mercadoria entre estabelecimentos do sujeito passivo qualificados como substitutos tributários; II – às operações entre sujeitos passivos por substituição; III – às saídas com destino a industrialização; IV – às remessas em que as mercadorias devam retornar ao estabelecimento remetente; Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa ou operação interestadual. Cláusula terceira O disposto na cláusula primeira, aplica-se, no que couber, a estabelecimento destinatário que efetuar operação interestadual, para fins de comercialização ou integração no ativo imobilizado. § 1º Na hipótese desta cláusula, se o remetente for distribuidor autorizado e tiver recebido a mercadoria com retenção do imposto, para fins de ressarcimento junto ao estabelecimento que efetuou a retenção, será emitida nota fiscal no valor do imposto originalmente retido, acompanhada de cópia do documento de arrecadação relativo à operação interestadual. § 2º O estabelecimento que efetuou a primeira retenção poderá deduzir do recolhimento seguinte que efetuar em favor da mesma unidade da Federação, a parcela do imposto a que se refere o parágrafo anterior, desde que disponha dos documentos comprobatórios da situação. Cláusula quarta A base de cálculo do imposto para fins de substituição tributária será: I – em relação a mercadorias saídas, real ou simbolicamente, de estabelecimento do responsável pelo pagamento do imposto com destino a outra unidade da Federação, o preço final a consumidor, único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente; II – na falta do preço final a consumidor, único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente, o preço final a consumidor indicado pelo fabricante ou importador em catálogos ou listas de preços, acrescido do valor do frete e do IPI, desde que: a) a entidade representativa do fabricante ou importador apresente pedido formal, nos termos de disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, devidamente documentado por cópias de notas fiscais e demais elementos que possam comprovar o preço praticado; b) na hipótese de deferimento do pedido referido na alínea "a", o preço sugerido será aplicável somente após ser editada a legislação correspondente; III – em relação às demais situações, o valor da operação praticado pelo sujeito passivo por substituição tributária ou pelo contribuinte substituído intermediário, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor resultante da aplicação do percentual de 80% (oitenta por cento) de margem de valor agregado. § 1º Em se tratando de mercadoria importada, o valor da operação praticado pelo substituto a que se refere o inciso III, para efeito de apuração da base de cálculo, não poderá ser inferior ao que serviu de base de cálculo para pagamento dos Impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor resultante da aplicação de percentual de margem de valor agregado. § 2º Aplicam-se às importadoras que promovem a saída das mercadorias constantes da tabela sugerida pelo fabricante referida no inciso II, as disposições nele contidas, inclusive com a utilização dos valores da tabela. § 3º Na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário. Cláusula quinta Em substituição ao disposto na cláusula quarta, a legislação poderá fixar como base de cálculo do imposto em relação às operações ou prestações subseqüentes a média ponderada dos preços a consumidor final usualmente praticados no mercado considerado, apurada por levantamento de preços, ainda que por amostragem ou por meio de dados fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores. § 1º O levantamento de preços a que se refere este artigo: 1. deverá apurar, no mínimo, o preço de venda à vista no varejo, incluindo o frete, seguro e demais despesas cobradas do adquirente; 2. não deverá considerar os preços de promoção, bem como aqueles submetidos a qualquer tipo de comercialização privilegiada; 3. poderá ser promovido pela Secretaria da Fazenda ou, a seu critério, por entidade representativa do setor que realiza operações ou prestações sujeitas à substituição tributária; 4. poderá ser adotado pela Secretaria da Fazenda com base em pesquisas já realizadas por instituto de pesquisa de mercado de reputação idônea. § 2º Na hipótese de o levantamento de preços ser promovido por entidade representativa de setor, este deverá ser realizado por instituto de pesquisa de mercado de reputação idônea, desvinculado da referida entidade, devendo ser encaminhado à Secretaria da Fazenda para efeitos de subsidiar a fixação da base de cálculo do imposto, acompanhado: 1. de relatório detalhado sobre a metodologia utilizada; 2. de provas que demonstrem a prática dos preços pesquisados pelo mercado. § 3º Para os fins estabelecidos nesta cláusula, a Administração Tributária poderá utilizar os dados fornecidos por contribuintes de um determinado setor da economia, em atendimento a obrigações acessórias, fixadas na forma da legislação. Cláusula sexta A alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo prevista na cláusula quarta ou quinta será a vigente para as operações internas no estado de destino. Cláusula sétima O valor do imposto retido será a diferença entre o calculado de acordo com o estabelecido nas cláusulas quarta ou quinta e sexta e o imposto devido pela operação do estabelecimento remetente. Nova redação dada à cláusula oitava pelo Prot. ICMS 123/08, efeitos a partir de 01.02.09. Cláusula oitava O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes do Estado destinatário será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE, na forma do Convênio ICMS 81/93 , de 10 de setembro de 1993, ou através de documento de arrecadação previsto na legislação do Estado destinatário. Redação original, efeitos de 01.05.08 a 31.01.09. Cláusula oitava O imposto retido deverá ser recolhido a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias, por meio de Guia Nacional de Recolhimento Estadual, até o dia 9 do mês subseqüente ao da ocorrência da retenção. Cláusula nona No caso de desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria, se o imposto retido já houver sido recolhido, aplica-se o disposto no § 2º da cláusula terceira. Cláusula décima Constitui crédito tributário da unidade federada de destino o imposto retido, bem como correção monetária, multas, juros de mora e demais acréscimos legais com eles relacionados . Cláusula décima primeira O estabelecimento que efetuar a retenção indicará, na respectiva nota fiscal, os valores do imposto retido e da sua base de cálculo. Cláusula décima segunda As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária serão objeto de emissão distinta de nota fiscal em relação às mercadorias não sujeitas a esse regime. Cláusula décima terceira Ressalvadas as hipóteses do parágrafo único da cláusula primeira e da cláusula terceira, na subseqüente saída das mercadorias tributadas de conformidade com este Protocolo, fica dispensado qualquer outro pagamento do imposto. Cláusula décima quarta O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria da Fazenda da unidade federada de destino, até 10 (dez) dias após o recolhimento previsto na cláusula sétima, listagem emitida por processamento de dados, contendo as seguintes indicações: I – nome, endereço, CEP, número de inscrição, estadual e no CNPJ, dos estabelecimentos emitente e destinatário; II – número, série e sub-série e data da emissão da nota fiscal; III – valores totais das mercadorias; IV – valor da operação; V – valores do IPI e ICMS relativos à operação; VI – valores das despesas acessórias; VII – valor da base de cálculo do imposto retido; VIII – valor do imposto retido; IX – nome do banco em que foi efetuado o recolhimento, data e número do respectivo documento de arrecadação. § 1º Na elaboração da listagem serão observadas: 1. ordem crescente de CEP, com espacejamento maior na mudança de CEP; 2. ordem crescente de inscrição do CNPJ, dentro de cada CEP; 3. ordem crescente do número da nota fiscal dentro de cada CNPJ. § 2º A listagem prevista nesta cláusula substituirá a da cláusula décima terceira do Convênio ICMS 95/89, de 24 de outubro de 1989. § 3º Poderão ser objeto de listagem em apartado, emitida por qualquer meio, as operações em que tenha ocorrido o desfazimento do negócio previsto na cláusula nona. § 4º A listagem prevista nesta Cláusula poderá ser substituída por arquivo magnético, mediante prévio entendimento entre o fisco e o contribuinte. Cláusula décima quinta O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto deverá remeter, em arquivo eletrônico, à Secretaria da Fazenda da unidade federada de destino, até 10 (dez) dias após qualquer alteração de preços, a tabela dos preços sugeridos ao público. Cláusula décima sexta A fiscalização do estabelecimento responsável pela retenção antecipada do imposto poderá ser exercida, indistintamente, pelas unidades da Federação envolvidas na operação, condicionando-se a do fisco do Estado de destino da mercadoria a credenciamento prévio da Secretaria da Fazenda da unidade federada do estabelecimento a ser fiscalizado. Cláusula décima sétima É facultado à unidade federada de destino atribuir ao estabelecimento responsável pela retenção, número de inscrição e código de atividade econômica no seu cadastro de contribuintes. § 1º Para efeito desta cláusula, o contribuinte interessado remeterá à Secretaria da Fazenda da unidade federada de destino: 1. cópia do instrumento constitutivo consolidado da empresa; 2. cópia do documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda - CNPJ. § 2º O número de inscrição será aposto em todo documento dirigido à respectiva unidade da Federação. Cláusula décima oitava Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima nona Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1º dia do segundo mês subseqüente ao da publicação. Parágrafo único. No tocante às operações interestaduais destinadas a contribuintes situados no Estado de São Paulo, será definido por ato do Secretário da Fazenda o momento em que a sistemática prevista neste Protocolo passará a produzir os seus efeitos, ocasião em que deverão ser feitos os ajustes necessários neste instrumento. Cláusula vigésima O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I – as operações internas com as mercadorias mencionadas neste instrumento estejam submetidas à substituição tributária; II – na hipótese de utilização de margem de valor adicionado para determinação da base de cálculo da substituição tributária, as margens utilizadas nas operações interestaduais sejam iguais àquelas praticadas nas operações internas. Parágrafo único. Fica permitido o ajuste da margem de valor agregado de modo a tornar equivalente a tributação em razão da diferença da alíquota interestadual e da alíquota interna. ANEXO ÚNICO Código NCM Descrição 1211.90.90 Henna 2712.10.00 Vaselina 2814.20.00 Amoníaco em solução aquosa (amônia) 2847.00.00 Peróxido de hidrogênio (Água oxigenada), mesmo solidificado com uréia 2914.11.00 Acetona 3006.70.00 Lubrificação íntima 3301 Óleos essenciais (desterpenados ou não), incluídos os chamados “concretos” ou “absolutos”; resinóides; oleorresinas de extração; soluções concentradas de óleos essenciais em gorduras, em óleos fixos, em ceras ou em matérias análogas, obtidas por tratamento de flores através de substâncias gordas ou por maceração; subprodutos terpênicos residuais da desterpenação dos óleos essenciais; águas destiladas aromáticas e soluções aquosas de óleos essenciais 3303.00 Perfumes e águas-de-colônia 3304 Produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados da pele (exceto medicamentos), incluídas as preparações anti-solares e os bronzeadores; preparações para manicuros e pedicuros. 3401.11.90 e 3401.20 Sabões de toucador; sabões sob outras formas; produtos e preparações orgânicos tensoativos destinados à lavagem da pele, na forma de líquido ou de creme, acondicionados para venda a retalho, mesmo contendo sabão+D22 3404.90.29 e 3307.90.00 Depilatórios, inclusive ceras 3305.10.00 Xampus 3305.20.00 Preparações para ondulação ou alisamento, permanente, dos cabelos 3305.30.00 Laquês para o cabelo 3305.90.00 Outras preparações capilares 3306 Preparações para higiene bucal ou dentária, incluídos os pós e cremes para facilitar a aderência de dentaduras; fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios dentais), em embalagens individuais para venda a retalho 3307.10.00 Preparações para barbear (antes, durante ou após) 3307.20 Desodorantes corporais e antiperspirantes 3307.30.00 Sais perfumados e outras preparações para banho 4818.10.00 Papel higiênico 3401.19.00 e 4818.20.00 Lenços (incluídos os de maquilagem e umedecidos) e toalhas de mão 4818.30.00 Guardanapos de papel 4818.40 e 5601.10.00 Absorventes e tampões higiênicos, fraldas e artigos higiênicos semelhantes 5603.92.90 Sutiã descartável e assemelhados 8203.20.90 Pinças para sobrancelhas 9025.11.10 e 9025.19.90 Termômetros, inclusive o digital 9603.21.00 Escovas de dentes, incluídas as escovas para dentaduras 3005 Gaze, ataduras, adesivos e artigos análogos, exceto algodão 3005.90.19; 5201.00 e 5601.21.90 Algodão em embalagem de até 100 g 3304.91.00 Pós, incluídos os compactos 5601.21.90 Hastes flexíveis 3307.90.00 Soluções para higiene ocular 4014 Artigos de higiene ou de farmácia (incluídas as chupetas), de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo com partes de borracha endurecida 4202.1 Malas e maletas de toucador 8214.10.00 Espátulas 8214.20.00 Utensílios e sortidos de utensílios de manicuros ou de pedicuros (incluídas as limas para unhas) 9603.29.00 Escovas e pincéis de barba, escovas para cabelos, para cílios ou para unhas e outras escovas de toucador de pessoas, incluídas as que sejam partes de aparelhos 9603.30.00 Pincéis para aplicação de produtos cosméticos 9605.00.00 Sortidos de viagem, para toucador de pessoas, para costura ou para limpeza de calçado ou de roupas 9615 Pentes, travessas para cabelo e artigos semelhantes; grampos (alfinetes*) para cabelo; pinças (“pince-guiches”), onduladores, bobs (rolos*) e artefatos semelhantes para penteados, e suas partes. 9616.20.00 Borlas ou esponjas para pós ou para aplicação de outros cosméticos ou de produtos de toucador Item acrescentado pelo Prot. ICMS 62/14, efeitos a partir de 01.11.14 4818.9090 Toalhas de cozinha Voltar para o topo Desenvolvido com o CMS de código aberto Plone
Metadados
Assinatura05/03/2008
Publicação no DOU19/03/2008
Primeira coleta14/06/2026, 10:29
Última verificação14/06/2026, 10:29
ID internoPROT-10-2008
Fonteconfaz
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